Depois de vários anos de relações estáveis, a paixão entre ambos diminuiu um pouco. A menina começou a questionar-se: “Será que ele é fiel a mim? Ele ama-me? O que fará ele se eu o deixar?”

Para testar a reação do seu amado, a rapariga decidiu escrever-lhe uma carta a dizer que tudo tinha acabado, que estava cansada da sua indiferença, que o amor já tinha morrido há muito tempo, etc. tinha intenção de o deixar.

Estava tudo pronto. A carta estava à vista de todos. Só restava esperar pelo namorado e esconder-se debaixo da cama para não perder a sua reação.

Quando chegou a casa e leu a carta, o jovem começou a assobiar alegremente enquanto marcava o número de alguém no seu telefone. A menina não conseguia acreditar no que ouvia. O que estava a acontecer.
“Olá, querido! Estou a caminho! Conseguem imaginar, ela finalmente descobriu que eu a estou a trair! Ela foi-se embora sozinha, graças a Deus. Senhor, esta relação foi um erro grave. Estou livre dela, graças a Deus… Finalmente vejo-te em breve!” o gajo disse no telefone.

A menina ficou deitada debaixo da cama em total choque durante vários minutos. Como pôde ela cometer tal erro? Viver tantos anos com um homem que não a valorizava minimamente! Quando o rapaz se foi embora, as lágrimas começaram subitamente a escorrer-lhe dos olhos.
Ela decidiu recompor-se, recompor-se e não sofrer nem por um segundo por causa daquele idiota. Como pôde ele? Em cima da mesa, a menina encontrou uma carta. “Um adeus, dele”, pensou ela. A carta foi breve:
“És a minha queridinha tola, da próxima vez que fizeres uma partida comigo, certifica-te de que os teus pés não estão fora da cama. Vou à loja e volto em breve. Amo-te!”
