O jovem que se tornou um símbolo de esperança

Diego Frazão Torquato, um menino nascido no Brasil em 1997. Foi acolhido pelo mundo nas favelas de Parada de Lucas, uma zona infestada de crimes e doenças. Aos quatro anos de idade, foi internado no hospital com meningite e pneumonia. Eram tão más que ele tinha dificuldade de lembrar.

O Diego queria aprender a tocar violino desde criança porque achava que isso o levaria ao mundo. Evandro João Silva era o gestor da orquestra Afroraggae, que tem como objetivo evitar que crianças pequenas sejam vítimas de crime.

Infelizmente, Silva seria assassinado no Centro do Rio. Diego, que se encontrava doente e frágil à data da morte de Silva, tocou violino no seu funeral para o homenagear, como se viu acima.
Infelizmente, Diego morreu pouco depois de esta fotografia ter sido tirada, em consequência de um colapso cardíaco provocado por uma infeção que contraiu durante a remoção do apêndice. Diego tinha leucemia quando morreu.
No funeral de Diego, José Júnior diz o seguinte sobre ele:

“Acho que o legado do Diego é a esperança, é a vontade de mudar, de transformar.”

O Diego tinha apenas doze anos. Agora é conhecido na sua comunidade como um símbolo de esperança, um incentivo a todos os que acreditam que, por mais terríveis que as coisas estejam nas suas vidas, devem fazer tudo o que puderem para melhorar as coisas e fazer de amanhã um dia melhor.

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