Um acontecimento chocante deixou condutores e peões atónitos: um elefante bebé, num frenesim incontrolável, atirou-se para a frente de carros na autoestrada, como se uma força invisível o estivesse a guiar. O que a princípio parecia simples loucura animal acabou por se revelar um sinal muito mais alarmante.
O trânsito foi subitamente interrompido pelo aparecimento súbito de um elefante que, abanando as orelhas e apoiando-se nas patas traseiras, bloqueou a estrada. A cena era de cortar a respiração.
Os faróis dos carros acenderam em modo de emergência, as buzinas soaram e alguns condutores, tomados pelo pânico, travaram bruscamente. A situação era surreal.
Os espectadores atónitos interrogavam-se sobre o que poderia ter causado este comportamento: seria simplesmente o capricho de um animal em busca de atenção? Ou haveria algo mais profundo, mais perturbador? Por que razão este elefante bebé estava a tentar alertar as pessoas?
A verdade que ninguém esperava foi revelada durante uma investigação completa.

Não se tratava de mais uma loucura. Na verdade, o pequeno elefante, tomado por uma excitação inexplicável, sentiu vibrações invulgares no solo, prenúncio de um terramoto iminente.
Os elefantes, com a sua sensibilidade excecional, são capazes de detetar fenómenos naturais muito antes de estes afetarem as pessoas.
O elefante bebé, sozinho e perdido, provavelmente sentiu um ligeiro tremor sob os pés muito antes da onda de choque atingir a região.

Num ato instintivo de sobrevivência, ficou no meio da estrada, na esperança de atrair a atenção dos condutores e alertá-los para a ameaça.
Não era uma loucura, mas um pedido de ajuda: um comportamento animal instintivo, uma tentativa desesperada de sinalizar perigo.
Poucos minutos após este incidente, ocorreu um sismo moderado, confirmando a perceção do elefante.