
Em entrevistas com jornalistas ocidentais, Alicia afirmou repetidamente acreditar que as pessoas devem “rejeitar o feminismo e abraçar a feminilidade”, declarando-se uma “anti-feminista”. Ela disse: “Não concordo que nós [homens e mulheres] devamos ser exatamente iguais. Acredito que o papel da mulher é agradar ao seu homem e ser a melhor ‘esposa troféu’. Gosto de cozinhar para ele, limpar a casa, fazê-lo arranjar o carro e cortar a relva.”

“Na nossa sociedade atual, quem grita mais alto ganha a discussão… mas se pararmos para pensar o tempo suficiente, vais perceber que não estou sozinha nas minhas crenças. A maioria das pessoas simplesmente não quer lidar com a reação negativa que pode surgir ao partilhar as suas crenças, e eu não as culpo. Sei que as minhas crenças e o meu estilo de vida podem não agradar a todos, mas acredito de todo o coração nos papéis de género tradicionais e em abraçar as qualidades femininas”, disse a “Barbie da vida real”.

Alicia conta que, desde os nove anos, queria ter uma aparência “vulgar”, inspirada pelas personagens da série dinamarquesa King’s Girls. Mas, por ter crescido numa família tradicional, manteve o seu visual “tradicional” até entrar para a universidade em Copenhaga, aos 18 anos.

Desde então, começou a decorar o corpo com tatuagens, mas queria ir mais além. Aos 25 anos, poupou cerca de 3.500 libras para colocar implantes mamários e aumentar o peito de tamanho D para o J. No total, Alicia estima ter gasto quase 100.000 libras (cerca de 9,8 milhões de libras) em procedimentos plásticos e estéticos.
