A história das gêmeas Minal e Mirha, nascidas no Paquistão e unidas pela cabeça, personifica a promessa da medicina moderna e da inovação tecnológica. As meninas sofriam de uma condição rara chamada craniopagia, o que significa que compartilhavam tecido cerebral e vasos sanguíneos vitais, tornando sua separação extremamente arriscada.
Utilizando tecnologia de realidade mista (RM), os cirurgiões conseguiram criar modelos 3D das cabeças dos gêmeos, permitindo-lhes simular a cirurgia antecipadamente e, assim, reduzir os riscos. Um neurocirurgião britânico liderou a operação de 14 horas, realizada em um hospital na Turquia.
Dois meses após essa complexa operação, Minal e Mirha estão se recuperando excepcionalmente bem e se preparando para retornar ao Paquistão.
O sucesso médico delas representou um ponto de virada não só para elas, mas também para a medicina moderna, que, graças às inovações tecnológicas, agora consegue realizar cirurgias antes impossíveis. Esse milagre médico abre caminho para um futuro cheio de esperança e oportunidades para essas duas meninas.

As gêmeas Minal e Mirha, nascidas no Paquistão no ano passado, foram separadas após uma complexa operação de 14 horas realizada pelo neurocirurgião britânico Professor Nur ul Ovase Jiylani no Hospital Municipal de Bilkent, em Ancara, na Turquia.
Eles estavam conectados pela cabeça, compartilhando vasos sanguíneos e tecido cerebral, o que tornava sua separação extremamente arriscada.

A cirurgia foi possível graças ao uso da tecnologia de realidade mista (RM), que permitiu aos médicos simular o procedimento usando modelos 3D previamente. Isso melhorou a precisão e reduziu os riscos durante o procedimento.
Dois meses após a cirurgia, Minal e Mirha estão prontas para deixar o hospital e voltar para casa, no Paquistão. A recuperação delas foi descrita como “incrível” pelo Professor Jiilani, que enfatizou a importância desse sucesso para a família das gêmeas. Agora, elas estão preparadas para levar vidas saudáveis e independentes.

O caso marcou um ponto de virada no uso de tecnologia médica avançada, tornando as cirurgias mais seguras e menos invasivas.
O professor Jiilani, já conhecido por suas cirurgias complexas, liderou a operação de 2022, que durou 27 horas e envolveu mais de 100 médicos trabalhando remotamente.
