O mundo das casas reais e da alta política internacional foi atingido por um verdadeiro furacão mediático que promete mudar o curso da história recente. O Rei Felipe VI de Espanha está no centro de um escândalo sem precedentes ao ser apontado como o novo interesse romântico de ninguém menos que Juliana Awada, a elegante ex-primeira-dama da Argentina. O que começou como um murmúrio nos corredores mais exclusivos de Buenos Aires e Madrid transformou-se agora numa narrativa avassaladora que sugere que o monarca espanhol e a empresária argentina estão a viver uma paixão secreta que desafia todos os protocolos.

Os detalhes que emergem deste cenário são dignos de um argumento de cinema. Fontes próximas dos círculos de poder, frequentemente apelidados de círculo vermelho, indicam que a ligação entre ambos não é de agora. O reencontro teria ganho força após a recente e mediática separação de Juliana Awada e do ex-presidente Mauricio Macri, ocorrida no início de 2026. Livre dos compromissos do casamento de 15 anos, a ex-primeira-dama teria encontrado no soberano espanhol o refúgio ideal para uma nova etapa da sua vida. No entanto, o problema reside no facto de Felipe VI ainda estar oficialmente casado com a Rainha Letizia, o que coloca a designer argentina no papel de terceira em discórdia num triângulo amoroso real.
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Especialistas e observadores atentos da Zarzuela relembram que a crise no casamento de Felipe e Letizia já se arrasta há anos, vivendo-se o que muitos descrevem como uma separação sem papéis por questões institucionais. O facto de o Rei ter feito o tradicional discurso de Natal sozinho, sem a presença da esposa, foi interpretado como o sinal definitivo de que o divórcio está apenas à espera do momento certo para ser anunciado. Diz-se que o casal real estaria a aguardar que as filhas, a Princesa Leonor e a Infanta Sofía, atingissem a maioridade plena para oficializar o fim da união, mantendo até lá uma fachada de estabilidade.

A química entre Felipe VI e Juliana Awada já tinha sido notada em visitas de Estado passadas, especialmente em 2019, quando os olhares e a proximidade entre os dois durante jantares de gala na Casa Rosada e no Palácio Real não passaram despercebidos aos fotógrafos. Agora, com ambos numa fase de transição pessoal — ela recém-separada e ele num casamento de aparência — as peças do puzzle parecem encaixar de forma explosiva. Enquanto o palácio mantém um silêncio absoluto, a tensão cresce a cada hora, com a possibilidade de a Argentina ver uma segunda mulher do seu país ocupar um lugar de destaque na realeza europeia, tal como aconteceu com Máxima da Holanda. O ambiente é de choque total e cada novo detalhe desta aproximação é acompanhado com respiração sustida por quem segue os passos da coroa.
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