A extraordinária amizade entre George Michael e a Princesa Diana.

A princesa Diana era conhecida por se cercar de pessoas de todas as classes sociais, incluindo algumas das maiores estrelas de sua época. Muito antes das redes sociais diluírem a linha divisória entre realeza e celebridade, Diana já estava redefinindo o que significava ser uma integrante da realeza moderna: afetuosa, acessível e profundamente humana.

Após se casar com o Príncipe Charles em 1981, Diana tornou-se uma das mulheres mais reconhecidas do mundo. No entanto, foram sua abertura, seu humor e sua honestidade emocional que realmente a diferenciaram. Essas mesmas qualidades a aproximaram de músicos, atores e artistas, muitos dos quais se tornaram amigos íntimos. Entre eles estava George Michael, com quem ela formou um laço especialmente significativo.

Como eles se conheceram

Ícones dos anos 80 à sua maneira, Diana e George estavam destinados a se encontrar. O primeiro encontro deles teria acontecido no Live Aid, em julho de 1985, no Estádio de Wembley. Dizia-se que Diana admirava George desde os tempos do Wham! e o elogiou abertamente quando foram apresentados. George, sempre charmoso, retribuiu o elogio, e a conexão foi instantânea.

Uma amizade construída sobre a compreensão.

À medida que a amizade crescia, os dois descobriram o quanto tinham em comum. Ambos enfrentavam a pressão do intenso escrutínio público e ambos ansiavam por normalidade. George disse mais tarde que Diana era uma das poucas pessoas que o faziam sentir-se uma pessoa comum.

Eles se apoiaram mutuamente em momentos difíceis — Diana durante o fim de seu casamento e George durante sua batalha judicial com a Sony e a morte de sua mãe. Passavam horas conversando ao telefone, iam a shows juntos e, ocasionalmente, se encontravam para almoçar, muitas vezes acompanhados do amigo em comum, Elton John.

Em 1993, Diana pediu pessoalmente a George que fosse a atração principal do seu Concerto da Esperança em homenagem ao Dia Mundial da SIDA, um testemunho da confiança e do respeito mútuos.

Mais do que amizade?

 

Mais tarde, George admitiu que Diana gostava dele e possivelmente estava interessada em algo mais, embora tenha deixado claro que o relacionamento deles nunca ultrapassou os limites físicos. Ele achava importante manter limites, sabendo o quanto a mídia os observava atentamente.

Lidando com a perda

A morte de Diana em 1997 devastou George. Ainda de luto pela mãe e ex-parceira, ele descreveu o funeral como avassalador, reabrindo feridas que ainda não havia cicatrizado. Anos depois, ele expressou arrependimento por não ter mantido contato mais próximo com ela, reconhecendo o quanto ela significava para ele.

A amizade deles permanece como uma lembrança comovente de duas almas sensíveis que encontraram conforto uma na outra em meio a vidas extraordinárias.

Videos from internet