Muitos espectadores recordam Gloria Stuart como a idosa Rose Dawson do grande filme Titanic. A sua atuação tocante e sincera conquistou o coração de milhões de pessoas em todo o mundo.
Na altura, tinha 87 anos, o que a tornava uma das atrizes mais velhas já nomeadas para os Óscares.
Para muitos, manteve-se como uma mulher sábia, recordando o seu primeiro amor e os trágicos acontecimentos a bordo do “inafundável” transatlântico.

Mas a história de Glória começou muito antes deste triunfo cinematográfico. Na década de 1930, era uma das estrelas mais brilhantes de Hollywood.
A sua carreira de atriz desenvolveu-se rapidamente – protagonizou dezenas de filmes, incluindo o famoso filme “O Homem Invisível”, trabalhando com os melhores realizadores e estúdios da sua época.
No ecrã, transformou-se facilmente de uma heroína misteriosa numa amante trágica, e o seu talento e profissionalismo conquistaram o respeito dos seus colegas.

Mas não foram apenas as suas capacidades de representação que cativaram Gloria Stuart. Na sua juventude, ela era verdadeiramente deslumbrante. Com os seus traços requintados e cabelos dourados, atraía olhares por onde passava.

Os homens eram loucos por ela, e as mulheres tentavam imitar o seu estilo. Em Hollywood, era considerada uma das atrizes mais bonitas da sua época.
No entanto, Glória não se limitou à representação. Na maturidade, também pintou, esculpiu, escreveu livros e caligrafia. A sua natureza criativa não desapareceu com o passar dos anos – pelo contrário, só se fortaleceu com a idade.

Gloria Stuart viveu uma vida longa e vibrante e morreu aos 100 anos.