O ambiente no universo digital ficou completamente incandescente e o nome de Helena Coelho saltou para o centro de uma tempestade implacável de críticas de que ninguém estava à espera. Tudo começou depois de terem vindo a público algumas declarações controversas atribuídas à influenciadora digital que mexeram com um dos temas mais sensíveis da atualidade. A frase que acendeu o rastilho para esta enorme onda de indignação apontava que deviam escolher as pessoas pela cor porque é isso que é ser inclusivo. Não demorou praticamente nada para que os internautas reagissem com enorme perplexidade e revolta nas redes sociais oficiais provocando um verdadeiro terramoto de comentários negativos e acusações de falta de noção sobre o verdadeiro significado de igualdade e representatividade no meio profissional e social.
Perante a escalada descontrolada da polémica e a pressão sufocante dos seus próprios seguidores e do público em geral, Helena Coelho decidiu que não podia ficar calada e reagiu de forma muito firme e emotiva a todo este cenário. A criadora de conteúdos recorreu às suas plataformas digitais habituais para dar a cara e explicar detalhadamente a sua perspetiva sobre o assunto tentando travar os ataques ferozes de que tem sido alvo nas últimas horas. No seu desabafo pessoal a comunicadora expressou o seu profundo desconforto com a forma como as suas palavras foram interpretadas e fez questão de deixar bem claro que a sua intenção nunca foi desvalorizar o mérito de ninguém mas sim focar na importância de abrir portas a todos de forma justa.

Durante a sua apaixonada defesa a influenciadora acabou por revelar o desgaste psicológico que estas situações de linchamento virtual provocam na sua vida pessoal e profissional. Helena Coelho lamentou profundamente o tom agressivo que muitos utilizadores usaram para a atacar diretamente sem sequer tentarem perceber o contexto real por trás dos seus pensamentos. Abalada mas decidida a repor aquilo que considera ser a sua verdade a figura pública garantiu que vai continuar a defender os seus princípios de inclusividade mesmo sabendo que o escrutínio público na internet é impiedoso e que qualquer palavra pode ser transformada numa arma digital contra si.